domingo, 3 de junho de 2012
O CÁRCERE NA TELA DO CINEMA.
O lançamento dos filmes gerados nas oficinas de audiovisual do Projeto Cine Periferia Pai D'égua, foi um sucesso. O público pode conferir os 4 filmes produzidos por jovens moradores do Bairro do Guamá, alunos da Escola Temistocles de Araújo da Marambaia, internos do Centro de Recuperação do Coqueiro e internas do Centro de Recuperação Feminino de Ananindeua. , reconhecendo o trabalho que foi realizado por toda equipe CUFA Pará, que contou também com a presença do Superintendente do Sistema Penitenciário do Estado do Pará, Secretário do Estado de Justiça do Espirito Santo, assessora de planejamento do Sistema Penitenciário do Paraná, entre outros convidados que prestigiaram do inicio ao fim o evento que foi veiculado em diversos jornais da capital paraense.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Internos do Sistema Penal Paraense pegam em câmeras e contam sua história
Provocar a periferia para que ela pudesse
finalmente contar sua própria história esse foi o objetivo do Projeto Cine
Periferia Pai D’Égua realizado pela Cufa Pará e ONG Crias do Futuro. O projeto
promoveu oficinas de audiovisual em bairros periféricos da cidade e nos dois
Centros de Recuperação que ficam dentro de Belém, o Feminino e do Coqueiro.
Agora os resultados desse trabalho serão apresentados pela primeira vez em tela
grande no dia 31 de Maio, no centenário Cinema Olympia.
Os 20 detentos que participaram das oficinas dentro
dos Centros de Recuperação e suas famílias estarão presentes para ver o
trabalho realizado nos curtas-documentais “A vida no Cárcere” e “Ressocializar:
É preciso?”.
Os dois documentários tratam especificamente da
vida dessas pessoas dentro dos Centros de Recuperação e dão voz para aqueles
que um dia tiveram sua liberdade cerceada por seus atos. Entre os pontos
levantados estão o fato do quanto aprenderam mais e tiveram mais noções do que
é vida depois de presas do antes. Esse é o ponto base do documentário
“Ressocializar: É preciso?”
Segundo o ministrante das oficinas, Elrik Lima, a
discussão levantadas pelo internos era que não era possível ressocializar um
ser humano que nunca tinha sido sociável. “Isso fica bem claro em uma das falas
de um dos detentos, eles mostram todas as oportunidades dentro do cárcere e
fazem o contra ponto com a liberdade, onde nenhuma oportunidade de formação, emprego
e renda lhes foi dada”, afirma Elrik Lima.
Para a coordenadora da Cufa Pará, Aline Machado, os
três curtas documentários e o de ficção são exatamente aquilo que é o mote
principal do projeto. “É a periferia falando de sua realidade, falando o que
pensa, mostrando como vive. Dessa vez somos nós que dizemos quem somos e a que
viemos. Dessa forma não precisamos que estudiosos, antropólogos, psicólogos
venham nos dizer quem somos. Se tivermos instrumentos para nos mostrar nós
mesmos fazemos as nossas reflexões e buscamos uma melhora na nossa qualidade de
vida”, aponta a coordenadora.
A primeira versão do Projeto Cine Periferia Pai
D’égua teve o patrocínio da Oi, com apoio cultural da Oi Futuro, Lei Semear,
Fundação Cultural Tancredo Neves e Governo do Estado.
Serviço: Lançamento dos filmes do Cine Periferia
Pai D’Égua
Data:31/05/32012
Hora: 19h
Local: Cine Olympia – Av. Presidente Vargas
Contato: Marcia Lima – 83001636 / 9289 8703
Aline Machado - 8383-7883
Marcos Paulo - 8236-1712
Victor Pamplona - 8173-3957
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Cine Periferia Pai D´Égua
Os
primeiros resultados do Projeto Cine Periferia Pai D’Égua serão
lançados no próximo dia 31 de maio. O centenário Cinema Olympia será o
palco para a primeira exibição dos três documentários e do
curta-metragem de ficção realizados pelos alunos das Oficinas de
Audiovisual. Guamá, Marambaia e os Centros de Recuperação do Coqueiro e
Feminino receberam as oficinas.
Os jovens do Guamá produziram um curta documental chamado “Improvisation”, onde discutem as condições em que moram e sobre como a população vê os moradores do bairro, com bastante humor. A primeira versão do Projeto Cine Periferia Pai D’égua teve patrocínio da Oi, com apoio cultural do Oi Futuro, Lei Semear, Fundação Cultural Tancredo Neves e Governo do Estado.
Os jovens do Guamá produziram um curta documental chamado “Improvisation”, onde discutem as condições em que moram e sobre como a população vê os moradores do bairro, com bastante humor. A primeira versão do Projeto Cine Periferia Pai D’égua teve patrocínio da Oi, com apoio cultural do Oi Futuro, Lei Semear, Fundação Cultural Tancredo Neves e Governo do Estado.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Jovens participam de oficina de Dança de Rua da ONG Crias do Futuro na Pedreira
Há exatas duas semanas que o projeto
Crias do Futuro está promovendo oficinas de dança de rua para jovens no bairro
da Pedreira em Belém. As atividades estão sendo ministrada pelo dançarino Kleodon
dos Santos Gonçalves, mais conhecido como Kekeu que é um dos finalistas da
Batalha de Bboys do TV Xuxa da Rede Globo.
A oficina vai atender cerca de 20
jovens gratuitamente, e tem objetivo levar o aprendizado sobre os passos de
Break Dance, Bboys, além de contar um pouco da história e do movimento de
cultura de rua. O projeto é
uma realização da ONG Crias do Futuro e CUFA Pará com patrocínio da Oi, e com
apoio Cultural do Oi Futuro e do Governo do Estado do Pará, através da Lei
Semear e da Fundação Cultural Tancredo Neves.
Para o instrutor Kekeu oferecer uma oficina como
essa é a chance de mostrar a outros jovens um universo quase desconhecido e que
pode abrir muitas portas. “Eu comecei a dançar aos 11 anos, quando meu irmão me
convidou para ir com ele. Desde então minha vida tem girado em torno da dança
de rua, nas batalhas nacionais e internacionais e nas competições”, conta o
dançarino.
Ele ainda conta que a oficina servirá para mostrar
que dança de rua é uma profissão. “Os alunos que participarem das atividades
irão receber certificados, como qualquer outra atividade de qualificação”,
completa Kekeu.
Kekeu informa que em outras condições
uma pessoa nascida no bairro em que nasceu e com as condições em que levou a
vida, jamais teria chegado tão longe. “Dança de rua me abriu portas, e me fez
conhecer pessoas que eu nunca teria entrado em contato se tivesse seguido outro
caminho”, afirma.
A oficina é diária com duração de 3 horas, na Academia Max Forma na Pedreira e terá a duração de dois meses.
As inscrições ainda podem ser, basta comparecer no local. Mais informações pelo
telefone (91) 33479483.
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